Absinto

Irish me!

Se tem algo que me tem pirado o cabeção ultimamente é esse tal de Irish Punk. Sabe a trilha sonora dos Infiltrados? Pois é. Aquilo lá. Kinda.

Parte significativa da trilha é feita por uma banda que eu particularmente gosto muito, chamada Dropkick Murphys. Banda, aliás, que me foi apresentada muito tempo antes de ver o filme e cuja discografia já ajudava a entupir meu nada espaçoso HD.

Devaneios deixados de lado, vamos ao que importa. Este é um post-dica-cultural. Ou coisa que o valha. Fato é que Irish Punk é um estilo que deixa as pessoas mais felizes e animadas. Dá vontade de empurrar a mesa da sala e o que mais estiver no caminho e sair pulando e dançando feito um doente mental. O efeito colateral mais nocivo é que, via de regra, o sujeito tem vontade de ficar bêbado.

Minha paixonite irish-folk vem desde tempos remotos quando, certa feita, conheci o Riverdance. Ou antes, sabe deus.
Talvez porque a Irlanda é a Brasil Européia – e, como disse um certo irlandês que conheci, “our name is mud” assim como o nosso – me encantei pela criança. A Irlanda, digo.
O risco de ser assaltada a cada esquina por viciados em heroína pode vir destruir a boa impressão que tenho a respeito de tal país mas, convenhamos, deve ser no mínimo mais charmoso do que ser assaltado pra moleque comprar pedra.

Dublin é um lugar entupido de brasileiros (e o Orkut taí pra provar isto), mas eu nem me importo em ser mais uma. Dá vontade, todo dia, de arrumar as trouxas e viver um pouqinho de Irlanda. Uns poucos aninhos, que seja. Já ficaria feliz.

Mas voltando ao assunto – lá vai a Mya se perder em devaneios de novo – nenhuma mistura musical que me foi apresentada até então é tão impecável e na medida quanto o folk irlandês e o punk rock norte-americano. Mas nem tem muito o que dizer a respeito, é abrir o Google e descobrir.

Fica a dica, no entanto, de duas bandas que podem ser um excelente começo: Flogging Molly e Dropkick Murphys. Outras tantas surgirão com o tempo e as buscas – assim como surgiram pra mim, mas não sou de entregar o ouro assim, fácil.

Portanto, crianças, sigam o conselho da Tia Mya e aprendam o que é bom pra vida!

E enquanto vocês correm atrás, eu continuo aqui, “with me toora loora la, me toora loora laddie / me toora loora la and me toora loora laddie…”

😉

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