Formoldeído

Não, não, não!

Confusa. Sempre, muito.
Sensações estranhas me percorrem: um sentimento muito conhecido.
Eu quero, mas não sei direito ao certo. Redundante, como sempre, tudo é.
Teu toque, teu jogo. Nada de mais. Seus olhos, um abraço. Nada. Nada mais.
As rimas surgem, brotam: não gosto delas. Sinto saudade de um nada, um tudo. Um quê que não passou.
De medo e angústia, dúvida, confusão. Confusão, confusão.
A música invade meus ouvidos: eu penso demais.
Penso – que ironia! – justo pra fugir da minha razão.
Morro aqui. Mais um pouco. Só um pouquinho. De novo.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s