Formoldeído

Tempo.

De que me importa o tempo presente?
De que me importa o instante passado?
De nada vale o futuro distante
ou o instante próximo que agora se cala.
De nada importa o caminho adiante,
ou a estrada torta que em minha porta bate.
Que bate com os sonhos, na cara, na porta.
Que abaixa-se e cala diante do tudo.

De nada me vale o tempo restante
ou o tempo que, passado, encalha
O que me vale, de certo e de fato
é o próprio Tempo – ou coisa que o valha!

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