Formoldeído

O ‘muso’ inspirador…

Céus, inacreditável.

Certa feita, conheci um sujeito. Coisa rápida, fração de segundos. Mas o sorriso dele ficou na minha cabeça.
Não o nome. Não o rosto. O sorriso…
E o cabelo. Impecavelmente bagunçado. Enfim…

Não, não que tenha me apaixonado ou coisa assim. Mas vocês sabem que os poetas encontram musas em qualquer lugar, não é mesmo?

Pois bem.

Aquele sorriso que eu não sabia a quem pertencia ficou guardado. E serviu de inspiração para, tempos depois, escrever um miniconto. E eu gosto deste conto. Gosto muito. Meu ‘conto de fadas moderno’, como o chamo.

Por muito tempo, anseava reencontrá-lo. Talvez por curiosidade, talvez por querer saber se ele tinha qualquer coisa a ver com o que eu imaginava me lembrar… xD

…E assim foi feito.

Estes dias, encontrei-o assim, por acaso. Numa mesma mesa, de um mesmo bar.
Não conversamos. Trocamos meia dúzia de palavras, apenas. E não, ele nem é tão magnífico assim.

Mas ainda é meu muso. Meu eterno muso.

Porque musas nunca morrem… São seres etéreos, desfazem-se no ar. Mas nunca, nunca morrem. 🙂

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